quarta-feira, novembro 21, 2012

A sorte não tem norte...

A razão para este meu descontentamento
São as saudades do tempo que voei, ao teu lado
Todos os dias me sentia afortunado
Respiro a vida sem brilho, neste estado...

Sou livre de pensamento e prisioneiro de amor
Para que lado carrego eu esta sepultura?
Memória, porque tanto andas com essa dor?
Transportar o silêncio, é a minha postura...

Dói-me o dedo de tanta página virar
Dos meus dias faço páginas de fim incerto
Faço meu caminho para onde o vento soprar
Sigo para norte, será que estou mais perto?

Quando as coisas não nos correm bem
ninguém anda com os mesmo sorriso
Só vou para norte se lá tem
o amor de que eu preciso...

13/11/2012
JC