Nunca te amei...
Culpam-me por a esperança ter desencontrado!
Fazes delicado amor, cantado docemente!
Nem a morte muda o que já foi mudado!
Suspiro descoordenado, peito que não sente!
Contigo tornei-me homem, sem nenhuma cobardia!
Tempos sem sofrimento, com este teu presente!
Com o teu sincero amor, ganhei ousadia!
Triste de sentimento, por eu ser ausente!
Enfrentas-te o teu desequilíbrio emocional,
a conquistar o teu novo amor!
Será esta uma experiência natural,
por quem tu amares sentires tanta dor?
Privilegiado sou no sentimento que por mim sentes!
Rezo a Deus todos os dias para este amor terminar!
Sofro com mágoa, não recebes o retorno do que vendes!
Porque não amamos quem nos quer amar?
12/11/2012
JC
Fazes delicado amor, cantado docemente!
Nem a morte muda o que já foi mudado!
Suspiro descoordenado, peito que não sente!
Contigo tornei-me homem, sem nenhuma cobardia!
Tempos sem sofrimento, com este teu presente!
Com o teu sincero amor, ganhei ousadia!
Triste de sentimento, por eu ser ausente!
Enfrentas-te o teu desequilíbrio emocional,
a conquistar o teu novo amor!
Será esta uma experiência natural,
por quem tu amares sentires tanta dor?
Privilegiado sou no sentimento que por mim sentes!
Rezo a Deus todos os dias para este amor terminar!
Sofro com mágoa, não recebes o retorno do que vendes!
Porque não amamos quem nos quer amar?
12/11/2012
JC
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