sábado, dezembro 15, 2012

A rua do infiel...

Mentiras sem convicção
Perdoar, sem exigir
tolerante na razão
duas ruas a seguir

Na rua da deceção
toco à porta da fúria
sentimentos de desilusão
habitam cá sem injúria...

A casa que fui escolher
tinha janelas de inverdade
és amor para esquecer
mas ficou a amizade...

De amante a amiga
é o mínimo que exijo
nunca serás inimiga
Olho-te, sorriu e finjo...

02/12/2012
JC